sexta-feira, 9 de novembro de 2007

It's a nice song..


Para que o meu pedrinho nunca se esqueça das vezes em que cantamos isto, nos bons, maus e pessimos momentos.

What if I wanted to break
Laugh it all off in your face
What would you do?
What if I fell to the floor
Couldn't take all this anymore
What would you do?

Come break me down
Bury me, bury me
I am finished with you

What if I wanted to fight
Beg for the rest of my life
What would you do?
You say you wanted more
What are you waiting for?
I'm not running from you

Come break me down
Bury me, bury me
I am finished with you
Look in my eyes
You're killing me, killing me
All I wanted was you

I tried to be someone else
But nothing seemed to change
I know now, this is who I really am inside.
Finally found myself
Fighting for a chance.
I know now, this is who I really am.

Come break me down
Bury me, bury me
I am finished with you, you, you.
Look in my eyes
You're killing me, killing me
All I wanted was you

álvaro

O verdadeiro Hino de Portugal


Oh, meu Porto, onde a eterna mocidade
Diz à gente o que é ser nobre e leal.
Teu pendão leva o escudo da cidade
Que na história deu o nome a Portugal.

Oh, campeão, o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto

Quando alguém se atrever a sufocar
O grito audaz da tua ardente voz
Oh, Oh, Porto, então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nós

Oh, campeão, o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto

álvaro

Para os 3 cus do queimarcartucho


Ninguém escreve para aqui não é??? Só o álvaro...Pois fiquem sabendoque se não postarem eu tou fora..prefiro ver o benfica e o sporting na champions do que ficar aqui a escrever sozinho.
Em Italia escreviam tudo e mais alguma coisa e agora nada..cambada de paneleiros,os 3 nao fazem 1..tenham vergonha e escrevam para aqui


álvaro

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

A ti..


Durante 6 meses
Partilhou-se tudo…
Alegria
Tristeza,
Felicidade
Infelicidade,
Lágrimas
Sorrisos,
Casos de amor
Casos de amizade.
Quando foi preciso sorrir,
Sorrimos.
Quando foi preciso chorar,
Choramos.
Quando foi preciso recordar,
Recordamos.
Quando foi preciso festejar,
Festejamos.
Acima de tudo
Vivemos e sobrevivemos
Como uma família.
Podemos lá voltar
Sempre que quisermos.
Podemos ir todos
Como já lá estivemos.
Mas nunca mais vamos sentir
O que lá sentimos.
A ti, Itália, te agradeço
Por tudo o que me deste,
A ti, Itália, te agradeço
Os amigos que me deste.


álvaro

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

diário de bordo



O CENÁRIO

Na fnac do Colombo a 1.5m do fotografo brasileiro Sebastião Salgado que se encontra a dar uma entrevista para depois lançar o seu novo livro, AFRICA. O raio dos fotógrafos não deixam o homem em paz. Têm a camâra quase colada à cara do senhor… que paciência que é preciso.

A DESCRIÇÃO

Parece um turista inglês no Algarve. Calça de ganga preta, gabardine azul escura com ar mais desportivo que formal, boné barato na cabeça rapada. Nada que ver com a personagem misteriosa e introspectiva que faz lembrar o corpo debaixo deste manto. Ainda não vi os seus olhos. Não me foi difícil identifica-lo no meio desta gente, apesar do seu ar de transeunte normal, diria mesmo banal. Mas também nada que ver com o imaginário que tinha deste homem que me deslumbrou com as fotos das minas de ouro brasileiras ou dos indígenas Africanos.

A ACÇÃO

Entretanto, o senhor vai respondendo (com ar aborrecido ao que me parece) ás perguntas que já lhe foi feitas milhares de vezes: “qual a viajem mais importante que fez?”, “alguma foto que se lembre em especial?”, “qual vai ser a sua próxima viajem?” blá blá blá…

Não tinha pensado faze-lo, mas já que estou sentado, vou continuar e esperar para ver o que tem este senhor para dizer na apresentação do livro. Espero que mude o ar aborrecido para ver se me aguento por aqui um bocadinho, imaginando pelo menos como será ter uma vida como a deste nómada dos tempos modernos…



fabio

terça-feira, 23 de outubro de 2007

A viagem

Um dia olhei para o céu...e pareceu-me ver um anjo. Segui o seu rasto de forma apressada, não olhando para mais nada, pois aquela luz tão brilhante fazia-me esquecer tudo o resto. Durante todo o percurso até essa luz só as pessoas que mais amava me vieram à cabeça, de modo fugaz mas feliz. Recordei e revivi a minha vida em 15 segundos, quando a luz alcancei...morri.

álvaro

Só pa mostrar que o rikes nao é o mais bonito...




álvaro